Organizaciones Campesinas

Ícone+legenda SSF_RIOpeqMovimientos sociales campesinos en marcha mediante campañas temáticas con propuestas para interpelar en instancias de la CELAC y UNASUR.

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El colectivo del VI Congreso Continental de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo, CLOC- VC, dio a conocer en una conferencia de prensa el proceso que se inicia para culminar en abril del 2015 en Bs As Argentina.

Desde el 22 de abril se encuentran reunidos en Bs As, delegados y delegadas de las 5 regiones que conforman la CLOC VC para organizar y lanzar el camino hacia el VI Congreso continental que será presidido por la IV Asamblea de la Juventud y la V Asamblea continental de mujeres. Este hecho histórico para el campesinado se llevara a cabo del 10 al 17 de abril del próximo año.

El VI Congreso será el cierre de un proceso de debates-acciones sobre la política para los próximos 4 años, desde cada organización miembro, en cada comunidad, continuando en instancias nacionales y luego regionales. El mismo tendrá un carácter masivo, esperando la presencia de más de mil delegados, 700 de ellos de las regiones del continente.

Los ejes que se trabajarán serán: Análisis de la coyuntura política y agraria del continente y del mundo; ratificación de nuestro horizonte socialista, definiendo cuales serán nuestros desafíos y las tareas concretas del sector campesino en la coyuntura actual; fortalecimiento de nuestras propuestas en cuanto a reforma agraria popular, soberanía alimentaria, educación, salud, políticas públicas, etc., mediante campañas temáticas con propuestas para interpelar en instancias de la CELAC y UNASUR, entre otros espacios.

“Vendrán aquí la representación de las organizaciones campesinas de mayor peso político del continente, traerán sus luchas de resistencia, procesos y continuidades en la lucha por la tierra y la dignidad para alimentar a los pueblos, con nuestras campañas permanentes contra la criminalización, campañas de solidaridad internacional, contra la Violencia hacia las mujeres y contra los Agrotóxicos”-

 

Conferencia de prensa por el lanzamiento del VI Congreso Continental de la CLOC-VC (video)

 

 

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Brasil: Sem terra assassinado e condenados impunes

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Brasil, Noroeste do Paraná

Assassinato do trabalhador sem-terra Sebastião Camargo completa 16 anos e culpados continuam impunes

Caso Sebatião Camargo
Apesar de já terem sido realizados quatro julgamentos e três condenações de envolvidos no crime, as decisões não são definitivas, já que os recursos apresentados ainda não foram julgados. Todos os condenados ainda estão em liberdade.

O dia 7 de fevereiro de 1998 ainda não tinha clareado nos barracos de lona fincados na Fazenda Boa Sorte quando as famílias acampadas ouviram chegar carros e caminhões. Mais de 40 homens armados com escopetas calibre 12, encapuzados e vestidos com camisas pretas desceram dos veículos. Foram lá determinados a despejar ilegalmente as 70 famílias sem terra que ocupavam as terras improdutivas da fazenda Boa Sorte, em Marilena, Noroeste do Paraná.

Neste dia, há 16 anos, foi morto com um tiro na cabeça o agricultor Sebastião Camargo Filho, pai de cinco filhos. O sem terra é uma das vítimas da ação milícias armadas no campo, com graves suspeitas de participação direta da União Democrática Ruralista – UDR, durante governo Jaime Lerner, 1995 a 2002. Outras 16 pessoas foram assassinadas neste período, sendo a maioria dos casos ligados a despejos ilegais em ocupações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST.

Demorou, mas os principais acusados de participação no crime já foram julgados e condenados. Em novembro de 2013 o ruralista Marcos Menezes Prochet, ex-presidente da UDR, recebeu condenação de 15 anos e 9 meses de reclusão em regime inicialmente fechado como autor do disparo que vitimou Sebastião Camargo.

Em comparação com outros crimes cometidos contra trabalhadores sem terra, a justiça no caso da morte de Sebastião Camargo já deu alguns passos, mas ainda está longe de se concretizar. Apesar de já terem sido realizados quatro julgamentos e três condenações, as decisões não são definitivas, já que os recursos apresentados pelos advogados de defesas ainda não foram julgados. Todos os condenados ainda estão em liberdade. Em 2011, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA responsabilizou o Estado brasileiro pelo crime. A organização deve novamente se pronunciar sobre o caso neste ano.

Para o advogado popular da Terra de Direitos que acompanha o caso, Fernando Prioste, é fundamental que o Tribunal de Justiça do Paraná julgue com celeridade os recursos e mantenha as decisões condenatórias. Ao longo dos anos de andamento do processo criminal já houve diversas tentativas de adiar e evitar o julgamento, especialmente por parte da defesa de Marcos Prochet.

“O recurso apresentado pelo réu Marcos Menezes Prochet contra da decisão que determinou que ele fosse julgado pelo júri popular foi extraviado por duas vezes enquanto tramitava no Tribunal de Justiça do Paraná. Ainda que os fatos tenham sido denunciados à corregedoria do Tribunal, nenhuma providência satisfatória foi tomada no caso”, afirma Prioste.

A responsabilização penal de envolvidos em crimes contra a vida, inseridos no contexto de luta por direitos, vai para além da restrição da liberdade dos culpados. Na avaliação de Fernando Prioste, efetivar a justiças em casos como o da morte de Sebastião Camargo significa “fortalecer os sujeitos da história no cotidiano da luta, desvelar o papel das instituições e das elites para a sociedade, e evidenciar as contradições deste apenas declarado estado democrático de direito”.

Outros envolvidos

O proprietário da fazenda Boa Sorte à época, Teissin Tina, e o dono da empresa de segurança privada, utilizada para recrutar os jagunços e executar o despejo ilegal, Osnir Sanches, também foram condenados pelo júri popular, em novembro de 2012. O fazendeiro recebeu pena de seis anos de prisão por homicídio simples. Já Sanches foi condenado a 13 anos de prisão por homicídio qualificado.

Augusto Barbosa da Costa, acusado de homicídio doloso no envolvimento no caso, havia sido absolvido pelo júri em fevereiro de 2013, mas em dezembro do mesmo ano o Tribunal de Justiça do Paraná determinou seja submetido a novo julgamento pelo Tribunal do Júri de Curitiba.

O ultimo réu a ser julgado deve ser o ruralista Tarcísio Barbosa de Souza, presidente da Comissão Fundiária da Federação de Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), ligada à Confederação Nacional da Agricultura (CNA). O ruralista é ex-tesoureiro da União Democrática Ruralista (UDR) e ex-vereador em Paranavaí pelo partido Democratas (DEM). A inclusão do integrante da FAEP ocorreu a partir de denúncia do Ministério Público do Paraná somente em julho de 2013, 15 anos após o crime.

Em dezembro de 2013 também foi condenado um dos principais acusados de organizar as milícias armadas no Paraná, o ex-coronel Waldir Copetti Neves. O caso batizado pela Polícia Federal como “Operação Março Branco”, deflagrada em 2005, que desmantelou o esquema de milícias armadas que atuavam em despejos violentos no estado.

Por primera vez derechos humanos campesinos ante la OEA

Reproduzo aqui mensagem recentemente divulgada na Web de Minga Informativa em favor dos Direitos Humanos na América Latina

 

Autor:
CLOC-Vía Campesina
2013-10-27 15:00:00

Frente a la continua afectación de derechos humanos en los sectores rurales del continente, la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo, CLOC-Vía Campesina, presentará en audiencia con la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH), un informe sobre la situación de los derechos económicos, sociales y culturales de las comunidades campesinas de América Latina y el Caribe.

 

Con este informe se busca vincular los procesos de investigación y acompañamiento a nivel continental y denunciar las problemáticas que se dan en el contexto del campesinado, para abarcar el proceso de la consolidación o vulnerabilidad de los derechos campesinos ante esta instancia de la Organización de Estados Americanos (OEA).

 

La audiencia se da en el marco del 149° periodo ordinario de sesiones de la CIDH, con sede en la ciudad de Washington, el cual se llevará a cabo el 29 de octubre de 2013. Los ejes principales del informe son: campesinado como sujeto de los derechos económicos, sociales y culturales; los obstáculos para el goce efectivo de los derechos a la alimentación y el territorio y cómo éstos impactan sobre las poblaciones rurales, en especial sobre las mujeres y los defensores y defensoras de los derechos humanos, en relación a la criminalización de la lucha social.

 

Para la elaboración de este documento, la CLOC contó con el apoyo del Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS), importante institución argentina en materia de defensa de los derechos humanos.  Cabe recalcar que la CLOC es una instancia de articulación continental con 20 años de compromiso constante con la lucha campesina y representa a trabajadores y trabajadoras, indígenas y afrodescendientes de toda América Latina y el Caribe.

 

El informe contiene datos estadísticos que revelan las consecuencias de las políticas neoliberales y el modelo de producción agrícola industrial, y cómo inciden estos en los derechos humanos campesinos.  Entre otros, se destacan:

 

Actualmente, 595 millones de personas habitan en América Latina, de las cuales el 20,5% vive en zonas rurales.

 Según el Fondo Internacional para el Desarrollo de la Agricultura, la pobreza en zonas rurales de América Latina y el Caribe es el doble de la que se presenta en los centros urbanos, además, es la región mundial con más desigualdad de ingresos.

 El 80% de quienes sufren hambre y el 75% de quienes se encuentran en extrema pobreza son habitantes rurales; esto se presenta con mayor intensidad en América Latina.

 En el caso de Brasil se planea destinar 70 millones de hectáreas de la Amazonía para agrocombustibles.

 En Guatemala, entre 1990 y 2004, la producción de maíz nativo se redujo en un 15,7%.

 

La sustentación estará a cargo de representantes de la CLOC-VC y del CELS. Esta audiencia será transmitida en vivo por el canal web de la ONU: http://webtv.un.org/

 

 

 

Comunicación CLOC-Vía Campesina

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Construcción de la seguridad alimentaria global

Una de cada ocho personas del planeta –870 millones de habitantes— están desnutridas. La pobreza persiste y el mundo vive la carestía alimentaria más prolongada de los últimos 50 años, lo que pone en duda la capacidad a largo plazo de los agricultores de satisfacer la demanda de alimentos y reducir los precios internacionales.

Empoderar a las mujeres productoras es una parte esencial de este rompecabezas, porque ellas son la columna vertebral de la economía rural, pero gozan de un mínimo acceso a la tierra, los créditos y los insumos de los que disponen los hombres.También es crucial la adaptación al cambio climático.

Se estima que 25 por ciento de las tierras agrícolas están degradadas, mientras el agua de riego se hace más escasa. Si no hay una intervención adecuada, es esperable que las condiciones meteorológicas coloquen nuevas presiones sobre la productividad de las cosechas, cuando la población mundial sigue en aumento.

Se profundiza también la preocupación por el acaparamiento corporativo de tierras en el mundo en desarrollo, que obliga a nuevas penurias a las comunidades pobres. A través del reporteo de la 38a sesión de la Conferencia de la FAO en Roma, el diario independiente de IPS, TerraViva, profundiza en los desafíos, las nuevas tendencias y las innovaciones de la construcción de la seguridad alimentaria global.

Tecle aqui para más información en la página de IPS

Día Internacional de la lucha campesina

Sociólogos sin Fronteras Rio de Janeiro -SSF/RIO defiende la Seguridad Alimentaria Mundial y es solidario con el Día Internacional de la Lucha Campesina.

Existe seguridad alimentaria cuando todas las personas tienen en todo momento acceso físico, social y económico a suficientes alimentos inocuos y nutritivos para satisfacer sus necesidades alimenticias y sus preferencias en cuanto a los alimentos a fin de llevar una vida activa y sana.

Autor JLumier2012

17 de Abril: Cientos de acciones por todo el mundo para celebrar el Día Internacional de la lucha campesina

Los campesinos y campesinas, y sus aliados, celebran el Día Internacional de la Lucha Campesina mañana, 17 de abril 2013, organizando cientos de acciones y manifestaciones por todo el planeta.

Este evento conmemora la masacre de 19 campesinos sin tierra que reclamaban el acceso a la tierra y justicia en 1996 en Brasil

Las numerosas acciones que van desde charlas universitarias y talleres a la ocupación de tierras e instituciones gubernamentales se pueden consultar en www.viacampesina.org. Un mapa de acciones será actualizado diariamente.

El movimiento internacional de campesinos La Vía Campesina se moviliza este año continuando a oponerse a la actual ofensiva internacional por algunos estados y  las grandes multinacionales para expropiar las tierras de los campesinos, mujeres y hombres, que estuvieron cultivando durante siglos. También nos oponemos al comercio de la Naturaleza y de los bienes comunes, una práctica que está llevando al desalojo masivo de poblaciones que están viviendo de forma simple en la tierra. Los campesinos, hombres y mujeres, se ven particularmente afectados.

Este día de acción coincide con la celebración del 20º aniversario de La Vía Campesina. Para impulsar los próximos 20 años de lucha, estamos haciendo un llamamiento para una movilización masiva el 17 de abril, para recupera nuestros sistemas de alimentación que están siendo ocupados progresivamente por el capital transnacional. También tiene lugar unos meses antes de que LVC organice su 6ª Conferencia Internacional durante el mes de junio, en Yakarta (Indonesia).
Mañana, organizaciones de campesinos ocuparán el Ministerio de Agricultura en República Dominicana para oponerse a la industria minera y marcharán y ocuparán tierra en Bahía, Brasil, asimismo una manifestación pública está prevista en Portugal. En Mozambique, La Unión Nacional de Campesinos organizará una conferencia sobre la tierra y semillas en Mozambique. En Europa, la Coordinación Europea de Vía Campesina (ECVC) se unirá a esta celebración organizando una Conferencia europea abierta al público, el 17 de abril, en el marco de su Asamblea General. El evento está co-organizado por el miembro español COAG (Canarias) y tendrá lugar en la isla de Fuerteventura.

Para Chavannes Jean-Baptiste, miembro del comité de coordinación de la La Vía Campesina para la región del Caribe: “El acaparamiento de tierras es un acto criminal contra las campesinas y campesinos, contra los pueblos indígenas de todo el mundo. En Haití, lo consideramos como una nueva forma de colonización. El 17 de abril de 2013 las organizaciones campesinas se movilizan en todo el planeta para decir no a esta lacra”.

Más información en www.viacampesina.org

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