O Rio vai reunir a mídia livre, por uma outra comunicação. Participe! | Cúpula dos Povos na Rio+20

O Rio vai reunir a mídia livre, por uma outra comunicação. Participe! | Cúpula dos Povos na Rio+20

Centenas de representantes das mídias livres estão se preparando para ir ao Rio de Janeiro, em junho de 2012, para ajudar a fazer a Cúpula dos Povos da Rio+20, evento paralelo à Conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. Trabalharão para difundir a voz dos povos reunidos na Cúpula, que em vez de falar em manejo do meio ambiente pelo poder econômico, falarão em caminhos para a justiça ambiental e social.  Essas mídias terão uma agenda própria dentro da Cúpula, onde se encontrarão para realizar o II Fórum Mundial de Mídia Livre, além de cobrir as atividades e os temas da Rio+20.
O que são as mídias livres?
Comprometidas com a luta pelo conhecimento livre e por alternativas aos modelos de comunicação monopolizados ou controlados pelo poder econômico, as mídias livres são aquelas que servem às comunidades, às lutas sociais, à cultura e à diversidade. Praticam licenças favoráveis ao uso coletivo e não são negócios de corporações. Compartilham e defendem o bem comum e a liberdade de expressão para todo mundo e não apenas para as empresas que dominam o setor.  Entendem a comunicação como um direito humano e, por isso, querem mudar a comunicação no mundo.
Quem é a mídia livre?
São sites ativistas e publicações populares, rádios e tvs comunitárias, pontos de cultura (no Brasil) e muitos coletivos atuantes nas redes sociais. Também são as agências, revistas e emissoras alternativas, sem finalidade de lucro, especializadas ou voltadas a trabalhar com as pautas propostas pelos movimentos sociais, sindicais, acadêmicos ou culturais. Dentro ou fora desses espaços, também são mídia livre as pessoas – jornalistas, comunicadoras(es) e educomunicadoras(es), blogueiras(os), fazedoras(es) de vídeo, oficineiras(os) e desenvolvedores(as) de tecnologias livres que hoje constituem um movimento crescente pelo direito à comunicação.
O II Fórum Mundial de Mídia Livre
Depois de três fóruns no Brasil (Rio de Janeiro 2008, Vitória 2009 e Porto Alegre 2012), dois encontros preparatórios no Norte da África (Marrakesh 2011 e Tunis 2012), uma edição mundial (Belém 2009) e uma Assembléia de Convergência no Fórum Social Mundial (Dacar,2011),  a mídia livre vai aos poucos construindo suas agendas, regionais e globais, que terão um avanço importante no Rio de Janeiro, com a segunda edição mundial.
O II Fórum Mundial de Mídia Livre se organizará  através de painéis, desconferências (debates livres), oficinas e plenárias previstos para o Rio de Janeiro. Os formatos estão abertos. Participe!
As atividades serão inscritas e organizadas pelos próprios coletivos e organizações interessadas em promovê-las, dentro de um programa construído coletivamente e orientado por eixos que apontam para a relação entres as mídias livres e o direito à comunicação, as políticas públicas, a apropriação tecnológica e os movimentos sociais.
A agenda global está em processo de construção.
1. O direito à comunicação
O direito à comunicação precisa ser garantido e respeitado como um direito humano, mas é constantemente ameaçado ou mesmo negado em muitos lugares do mundo, com emprego de extrema violência. Um dos aspectos desse direito é a liberdade de expressão, hoje assegurada somente para as empresas que controlam grandes cadeias de comunicação e entretenimento, que não querem a sociedade participando da gestão do sistema, e para governos que ainda temem a comunicação livre como ameaça à segurança do país ou à sustentação do poder. O direito a comunicação deve ser conquistado em um sentido integral, para além do acesso à informação manipulada pelo mercado ou grandes poderes, englobando acesso e uso dos meios, democratização da infra-estrutura e produção de conteúdos, e expressão da diversidade artística e cultural e pleno acesso ao conhecimento.
O Fórum Mundial de Mídia Livre terá pautas e debates sobre o direito à comunicação em diferentes contextos,  como a África e o México, por exemplo, onde a violência contra jornalistas e comunicadores(as) tem sido pauta prioritária dos movimentos de comunicação.

Leia a continuação teclando no link acima

Carta de APC sobre derechos en internet | Asociación para el Progreso de las Comunicaciones

Carta de APC sobre derechos en internet | Asociación para el Progreso de las Comunicaciones

Por (APC)
Montevideo, noviembre 2006

La carta de APC sobre derechos en internet está disponible en más de diez idiomas, gracias al trabajo de nuestros miembros alrededor del mundo. Hay versiones en urdu, filipino, búlgaro, checo, catalán y ruso, por nombrar solo algunos.

Internet para la justicia social y el desarrollo sustentable

Internet es un espacio público global que debe ser abierto, asequible y accesible para todas las personas. Aunque cada vez son más quienes acceden a este espacio, muchas siguen excluidas. Igual que el proceso de globalización con el cual está estrechamente ligado, la expansión del acceso a internet sucede en forma desequilibrada y suele exacerbar las desigualdades sociales y económicas. Sin embargo, tantointernet como otras tecnologías de la información y la comunicación (TIC) pueden ser una poderosa herramienta de movilización social y desarrollo, resistencia a la injusticia,y expresión de diferencias y creatividad.

APC cree que la capacidad para intercambiar información y comunicarse libremente usando internet es fundamental para la realización de los derechos consagrados en la Declaración Universal de los Derechos Humanos (1948), el Pacto Internacional sobre Derechos Civiles y Políticos (1976) y la Convención sobre la Eliminación de Todas las Formas de Discriminación contra la Mujer (1980).

Internet solo podrá convertirse en una herramienta de empoderamiento para todos los pueblos del mundo si se reconocen, protegen y respetan lo
s siguientes derechos:

Mensagem do Boletín FSM

Está en el aire el OpenFSM: un espacio virtual abierto y horizontal, creado para facilitar la comunicación y la convergencia entre los participantes, fortalecer la construcción permanente del Proceso FSM y ayudar en la preparación de los eventos centralizados, como el FSM 2009.

Todos/as participantes del foro en Belem o en Belem Expandida están invitados a utilizar el sitio OpenFSM para crear espacios y preparar sus actividades de manera colectiva, hacerlas visibles y buscar por pareceros para conexiones y convergencias.

El OpenFSM tiene un conjunto de herramientas para la creación de redes sociales, la comunicación en grupo, trabajo colectivo y la difusión de información, lo que puede ser utilizado por cualquier persona o entidad que se identifica con la Carta de Principios del FSM.

Cualquier usuario registrado en el OpenFSM puede crear un espacio virtual para su organización, actividad, tema de interés o región geográfica. Del mismo modo, podrá invitar a otras organizaciones y particulares a participar en este espacio, o simplemente compartir información, propuestas e intereses con otros visitantes.

Cada espacio del OpenFSM ofrece a los usuarios de listas de discusión, edición de páginas para la planificación colaborativa y el trabajo, además de un blog para la difusión de textos e imágenes.

Visite el OpenFSM , haga un cadastro y se inscriba en los espacios existentes o crea su propio. Si necesitar de ayuda, visite http://openfsm.net/projects/openfsm/tutorial o escriba para website(en)openfsm.net.

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Jacob (J.) Lumier se identifica com a Carta de Princípios do Forum Social Mundial -FSM e atualmente está no OpenFSM

Visite sua Home sobre Cyberactivism

OpenFSM: un espacio virtual permanente para la construcción de otro mundo posible

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Leia em Word Press o recente artigo de Jacob (J.) Lumier intitulado ” O ARDIL DO VOTO OBRIGATÓRIO: NOTAS SOBRE A PRODUÇÃO DO MAL-ESTAR