Este website “Sociologia do Século Vinte: aspectos do conhecimento na realidade social” contém artigos de análise e interpretação, com informação e conteúdos em Introdução à Sociologia e elementos de Teoria Sociológica. Tem notado alcance nas áreas dos Direitos Humanos, Comunicação Social, História e Psicologia coletiva.

Disponibiliza obras originais para leitura online e para download.

É o trabalho da obra intelectual emergindo em atualizações recorrentes e sucessivas no ato de ler e escrever que prevalece. E ninguém pode negar o ápice literário e científico da produção intelectual do Século XX.

Os ensaios sociológicos e as publicações desenvolvidos a partir desta Web A SOCIOLOGIA DO SÉCULO VINTE buscam contribuir e avançar na reflexão de uma situação de fatos com grande impacto, em que, sob a influência do impressionante desenvolvimento das técnicas de comunicação, passamos num abrir e fechar de olhos pelos diferentes tempos e escalas de tempos inerentes às civilizações, nações, tipos de sociedades e grupos variados.

Georges Gurvitch observou com justeza que a unidade do tempo revelou-se ser uma miragem, como nos mostraram, simultaneamente, a filosofia (Bergson) e a ciência (Einstein). Tornou-se claro que a unificação dos tempos divergentes em conjuntos de tempos hierarquizados, sem o que é impossível nossa vida pessoal e a vida das sociedades, não é uma unidade que nos seja dada, mas uma “unificação a adquirir pelo esforço humano, onde entra a luta para dominar o tempo, dirigi-lo em certa forma”.

Tal é o problema da orientação no mundo, que penetra as expectativas sociais, e que a sociologia do conhecimento investiga a partir dos postulados realistas básicos, seguintes: (a) nenhuma comunicação pode ter lugar fora do psiquismo coletivo; (b) todo o conhecimento é comunicável mediante os mais diversos símbolos sociais; (c) a língua não é senão um meio para reforçar a interpenetração e a participação em um todo.

Jacob (J.) Lumier partilha a compreensão promovida por T. W. Adorno de que um ensaio se diferencia de um tratado nos seguintes termos: – Escribe ensayísticamente el que compone experimentando, el que vuelve y revuelve, interroga, palpa, examina, atraviesa su objeto con la reflexión, el que parte hacia él desde diversas vertientes y reúne en su mirada espiritual todo lo que ve y da palabra a todo lo que el objeto permite ver bajo las condiciones aceptadas y puestas al escribir. (…) El ensayo es la forma de la categoría crítica de nuestro espíritu. Pues el que critica tiene necesariamente que experimentar, tiene que establecer condiciones bajo las cuales se hace de nuevo visible un objeto en forma diversa que en un autor dado; y, ante todo, hay que poner a prueba, ensayar la ilusoriedad y caducidad del objeto; éste es precisamente el sentido de la ligera variación a que el critico somete el objeto criticado. Em duas palavras, o autor de ensaios dedica-se a cultivar sobretudo uma atitude experimental.

 Sem dúvida, se nos mantivermos em atenção, cultivando a mirada aberta à influência da expressão e dos conteúdos intelectuais iremos com certeza desfrutar da reflexão acima assinalada, e descobriremos a coerência da complexa matéria tratada em disciplina científica por Jacob (J.) Lumier, em seus E-books monográficos e artigos sociológicos.

Com efeito, para o nosso autor, a monografia é trabalho científico na medida em que compreende descoberta e verificação/justificação, mas é igualmente forma racional de comunicação, comportando, por isso, por esse enlace de experimentação e comunicação, uma diferença específica, apreendida como arte de compor, a que se ligam as profundas implicações para a difusão do conhecimento decorrentes da condição de publicidade do trabalho científico.

No dizer de J. Lumier “(…) grande parte dos mal-entendidos a respeito de certas obras ou teorias científicas tem muito a ver com o fato de sua exposição a todos os tipos de públicos, muitas vezes composto não só de leigos, mas de gente alheia à formação nas ciências humanas. Se a condição de publicidade é inerente ou não ao modo de produção científico, ou se deve ou não ser restringida aos estudiosos é uma questão que extrapola o domínio do pensamento científico para lançar-se no âmbito da comunicação social, já que a obra impressa ou, depois do advento da Internet, a obra ou livro eletrônico, “e-book”, é um produto cultural do qual a atividade científica não saberia distanciar-se”. Portanto, nos escritos de Jacob (J.) Lumier não se trata somente das variações compreendendo o tema das simbolizações e a autonomia relativa do conhecimento, mas se fosse perguntado o leitor atento diria que, juntamente com a noção de mediatização (médiatisation), a palavra chave aproximando seus ensaios é “Gestalt“, uma das noções fundamentais em matéria de ciências humanas. Neste sentido, os escritos sociológicos de Jacob (J.) Lumier são de interesse básico e prestantes à formação.

O autor Jacob (J.) Lumieré participante do movimento internacional dos direitos humanos, é sociólogo profissional e exerceu a docência, lecionando Sociologia e Metodologia Científica junto à universidade privada e junto à universidade pública. Exerceu também as atividades de pesquisador com o amparo de fundação científica. Tem suas obras publicada por Bubok publishing, de Madrid, e divulgadas na Web de la Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura – OEI, en el Portal Domínio Público, del Ministério da Educação do Brasil – MEC.br, dentre outras Webs, inclusive junto ao grupo Eumed.net, da Universidade de Málaga, Espanha.

https://leiturasjlumierautor.wordpress.com/2017/03/28/obras-de-jacob-j-lumier/

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